Já tinha falado neste trio como uma das minha maiores apostas no electropop. Estou a falar do emergente trio (ex-quarteto) britânico Fenech-Soler, responsável pelo fantástico Lies no ano passado e, mais recentemente, pela parceria com os Groove Armada para o tema Paper Romance incluído em Black Light.
Os rapazes voltam a deixar-me literalmente estarrecido com o novo single Stop and Stare, tema orientado por synths apuradíssimos e um refrão chorudo para acompanhar aos pulos. Este single faz parte do EP homónimo, com data prevista para 12 de Abril pela Moda Music, que conta com remisturas de Jaymo & Andy George, Tony Senghore, Mighty Mouse e Reset!.
Fica o vídeo de Stop and Stare. Podem dar uma vista de olhos no EP aqui.
E pronto, o temido confirmou-se. Sempre disse que era mais um ataque de drama queen de James Murphy mas parece que me enganei. O terceiro álbum dos LCD Soundsystem será mesmo o último da banda como a conhecemos. A notícia saiu aqui. Prevejo uma pequena enchente para este Optimus Alive!10…
O que nos vale é que a DFA Records continua mais produtiva que nunca a debitar grandes talentos. Fica uma música que me parece apropriada para o momento.
Quem não se lembra de ouvir insistentemente Gabriel, What Sound, ou Gorecki em adolescente? Infelizmente os Lamb, banda que lançou Andy Barlow e Lou Rhodes como referência incontornável da música electrónica dos anos 90, não resistiu a uma mão cheia de bons álbuns e Best Of’s, não sabendo reinventar-se ao longo do tempo e apostando na mesma fórmula até a esgotar.
Mas Lou Rhodes voltou a renascer das cinzas. Para trás ficaram os ambientes electro e a atitude egdy, tornou-se hippie vegetariana, passou a inspirar toda uma aura de luz e tranquilidade e apontou o seu talento vocal para um estilo mais folk e intimista que lhe valeu uma nomeação para o Mercury Music Prize com o primeiro álbum a solo, Beloved One, em 2006, que gostei bastante.
A cantora volta agora com One Good Thing, publicado ontem pela editora dos The Cinematic Orquestra, Motion Audio, que mantém os mesmos pontos cardeais: baladas de voz sussurrada, guitarras e cordas suaves que se acomodam nos ouvidos e se deixam derreter em letras pessoais e delicadas com o incrível poder de canções de embalar para adultos.
Fica o single There for The Taking que a cantora disponibilizou gratuitamente no seu site oficial.
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Não sei bem quem estou a apresentar hoje. DosSilvers Columnsapenas de sabe que são uma dupla,AdemeThe Pictish Trail, e chegam-nos de Inglaterra. Embora a identidade ainda permaneça guardada no segredo dos Deuses (nem os Golden Filter foram tão contidos), a banda tem assombrado blogues e revistas de música com o seu synthpop ridiculamente energético e infeccioso com vocais a laJimmy SommervilleouHercules & Love Affair.
Sem entrar em grandes pormenores sobre a sua formação, os Silver Columns puseram fim ao rumor de que este era um projecto de Sommerville, e adiantaram alguma informação sobre o seu álbum em produção, com data prevista para finais de Maio deste ano. Para além do magnífico Yes, and Dance (canção que já agitou musicólogos em todo o mundo em Dezembro passado) e Brow Beaten, tema de ambiente disco ao estiloBronski Beat, foram divulgados: Heart Murmur e Warm Welcome, duas baladas deliciosamente melosas, orientadas por um bassline suave; Cavalier e Always On, explosões de dança frenéticas com sons 8-bit, game boys e corridas de Super Mario Bros misturados com uma batida electro 80′s capaz de nos deixar de quatro na pista de dança.
Para descobrir fica Brow Beaten e Always On. Sugiro que dêem um salto aomyspacepara verem os vídeos de algumas das remisturas que têm sido feitas, em especial a de Joe Goddard dos Hot Chip incluído no single Brow Beaten.
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Na véspera da muito ansiada apresentação de Lungs pelos Florence and The Machine na Aula Magna, apresento o novo vídeo para Dog Days Are Over. Confesso que este álbum de estreia se agarrou demasiado tempo ao meu ipod, chegando bem próximo do ponto de saturação. Felizmente larguei o vício a tempo e aguardo o concerto de amanhã com uma boa dose de ansiedade. Quem é que eu quero enganar: na verdade estou histérico para ouvir Florence Welsh e a sua atitude animal em palco.
Mas se o primeiro vídeo já era muito bom, uma espécie de Alice in Wonderland repleto de personagens bizarras, a versão de 2010 é soberana ao nível gráfico e estético, num estilo que posso descrever como Led Zepellin meets Tim Burton.
Claro que deixo as duas versões para ouvir e comentar.
Não querendo abrir grandes discussões de ordem teológica, tenho de dizer que este senhor é Deus. O produtor inglês, que faz parar a net cada vez que põe as mãos em algo novo, volta a deixar-me de queixo caído com a mais recente mixtape. Se Chimes faz música desta a partir do seu quarto, nem quero imaginar quando assinar por uma grande editora.
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